Eduardo Trinks
Eduardo Trinks | |
Partido | |
Legislatura | 6ª Legislaturas da Primeira República |
Em Joinville, Eduardo Trinks, foi vereador da 6ª Legislatura da Primeira República
Vereador
- 6ª Legislatura da Primeira República (1903-1907): Nas eleições de 1902, Trinks recebeu 1271 votos, sendo eleito vereador.[1]
Informações Biográficas
Eduardo Trinks imigrou em 1854 para Joinville, a bordo da embarcação Florentin. A mesma leva trouxe Ottokar Dörffel. Ambos vieram de Glauchau, Saxônia. Trinks, com 43 anos, trouxe consigo a esposa Pauline e sete filhos.[2]
O Harmonia-Lyra
O nome de Eduardo Trinks está fortemente entrelaçado com o do Harmonia-Lyra. Ele foi um dos membros-fundadores da Harmonie-Gesellsschaft, o clube embrionário da atual Harmonia-Lyra, e os primeiros sócios já o elegeram primeiro presidente da história da agremiação. Além disso, é possível que o Harmonie tenha iniciado suas atividades nos fundos do comércio de Trinks. Seu armazém foi o primeiro palco do grupo cultural.[3][nota 1]
Outros Fatos Importantes
- 1855 - Eduardo foi um dos sócios-fundadores a aprovar os estatutos definitivos da Sociedade Atiradores de Joinville, ou Schützen-Verein zu Joinville. (Ficker, 1965. p.167)[4]
Família
Sua filha mais velha, Pauline, casou-se com Carlos Julio Parucker, que foi procurador da Câmara por um tempo. Sua outra filha, Sophie, foi esposa de Alberto Kröhne, o engenheiro.
Pesquisador: Patrik Roger Pinheiro - Historiador | Registro Profissional 181/SC
Como Citar |
Referência
PINHEIRO, Patrik Roger. Biografia de Eduardo Trinks. Memória CVJ, 2023. Disponível em: <https://memoria.camara.joinville.br/index.php?title=Eduardo_Trinks>. Acesso em: 6 de abril de 2025. |
Citação com autor incluído no texto
Pinheiro (2023) |
Citação com autor não incluído no texto
(PINHEIRO, 2023) |
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Notas
- ↑ Na obra "Hamonia-Lyra. Palco das Musas, desde 1858", os autores tiveram o cuidado de mostrar que há dois candidatos a local de fundação da Harmonie. Diz a obra, na página 13: "Quanto ao local de nascimento da entidade há divergência entre os dois tradicionais historiadores de Joinville, os já citados Elly Herkenhoff e Carlos Ficker. Ficker, tendo como fonte o livreto de José de Diniz, Era uma vez ... , de 1958, traz como local de criação da Harmonie-Gessellschaft a sala dos fundos da casa comercial de Eduard Trinks. Já Dona Elly, aponta o salão de Adalbert Ravache. Ambos ficavam na Rua do Norte (Nordstrasse), atual Rua João Colin, o primeiro na esquina com a Rua do Meio (Mittelweg), atual Rua 15 de Novembro, e o segundo uma quadra depois, na esquina da Rua Cachoeira (Cachoeirastrasse), atual Rua Princesa Izabel. O jornal Kolonie-Zeitung, na edição de 4 de junho de 1908, ao registrar os festejos do cinquentenário da entidade, reproduz relato do arquiteto Albert Krohne, único dos fundadores ainda vivo à época, que por sua vez cita o Sala o Ravache como local de fundação. Já Ottokar Doerffel, que secretariou a dita reunião, em carta à sua mãe na Alemanha, datada de 21 de junho de i858, diz o seguinte: "No dia 25 de maio (de 1858) encenamos novamente uma comédia na casa dos Trinks, onde foi armado um aprazível teatro. Para esse fim formou-se especialmente uma associação, a qual foi denominada provisoriamente de "Sociedade Harmonia" (Harmoniegesellschaft). Uma grande sede com um salão grande e dois pequenos encontra-se em construção". A obra conclui, na página 15, que a reunião de fundação se deu no Salão Ravache, e que o primeiro palco foi o armazém de Trinks
Referências
- ↑ Resultat der Munizipalwahl am 7 Dezember 1902. Kolonie Zeitung, 11 de dezembro de 1902.
- ↑ Helena Remina Richlin, Maria Thereza Böbel. Lista Digitalizada de Imigrantes, Arquivo Histórico de Joinville.
- ↑ Machado, Edson Buch; Guerreiro, Walter de Quiroz. Hamonia-Lyra. Palco das Musas, desde 1858. Papelmaçã Edições, 2010.
- ↑ Carlos Ficker. História de Joinville - Subsídios para a Crônica da Colônia Dona Francisca. Joinville: Impressora Ipiranga, 1965.