Mudanças entre as edições de "Carlos Kumlehn"

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*'''6ª Legislatura Monárquica (1887-1890):'''  
*'''6ª Legislatura Monárquica (1887-1890):'''  


*'''1ª Legislatura da Primeira República (1890-1891):'''  
*'''1ª Legislatura da Primeira República (1890-1891):'''
 
===Eleições Perdidas===
*1880 - 7 votos


=Informações Biográficas=
=Informações Biográficas=

Edição das 03h04min de 18 de novembro de 2022

Carlos Kumlehn
Partido(s) Partido Conservador (1837)
Legislatura 1ª legislatura Monárquica
Assinatura Frederico schlemm assina.png

Em Joinville, Carlos (Carl) Kumlehn foi vereador da e 3ª Legislatura Monárquica e da 1ª Legislatura da Primeira República.

Vereador

  • 2ª Legislatura monárquica (1874-1877): Kumlehn foi eleito vereador em 1873, pelo partido conservador.[1]
  • 3ª Legislatura Monárquica (1877-1881):
  • 6ª Legislatura Monárquica (1887-1890):
  • 1ª Legislatura da Primeira República (1890-1891):

Eleições Perdidas

  • 1880 - 7 votos

Informações Biográficas

Vida na Europa e Imigração

Com 24 anos de idade, Carlos imigrou para a Colônia Dona Francisca vindo a bordo Brigue dinamarquesa Gloriosa, que chegou em setembro de 1851. N mesma embarcação vieram Haltenhoff e Bernardo Poschaan Júnior. Ele veio de Dassel, Hannover, com Auguste, de 18 anos, possivelmente sua irmã.[2]

O Negociante

Frederico foi um dos pioneiros na abertura de comércio de "secos e molhados". Ele vendia fazendas, forragens e muito mais.[3]

Tragédia Familiar

Carlos Ficker (1965, p.278) informa sobre um triste incidente envolvendo a família de Schlemm, em 1873. Como uma epidemia de febra amarela grassou no Rio de Janeiro, para onde foi foram os filhos dele. Atingidos pela doença, foram a óbito.[4]

Morte

Sem citar fontes, o site FamilySearch informa que Frederico Schlemm faleceu em Joinville, em 13 de junho de 1876. Em Novembro de 1877, sua viúva pedia por anúncio em jornal que os devedores ao extinto negócio de Frederico pagassem seus débitos, sob risco de sofrerem ação judicial.[5]

Família

O Palacete Schlemm, em construção em 1928.[6]

A esposa de Frederico Schlemm foi tia de Johann Colin (João Colin), pai de Max Colin e avô de Rolf Colin. Seu filho Alexandre Schlemm foi um dos sócios da empresa Luz e Força, que inagurou a energia elétrica em Joinville. Sua neta Thereza, filha de Alexandre, foi esposa de Plácido Olímpio de Oliveira. Seu filho Jorge foi aquele que edificou o Palacete Schlemm, que domina o panorama da rua do Príncipe, em frente à praça Nereu Ramos. O sobrenome também ficou marcado na memória da cidade com o futebol. O Ernestão, antigo estádio do JEC, tinha o nome de Estádio Ernesto Schlemm Sobrinho.

Homenagens

Uma rua no bairro Bom Retiro, homenageia um Frederico Schlemm, sem dizer se é o Frederico imigrante ou um descendente.

Vereadores da 2ª Legislatura Monárquica
Carlos KumlehnCarlos MonichCarlos PatzschFernando RognerFrederico SchlemmFrederico LangeJürgen JürgensenMathias BeigelOttokar DörffelRudolfo Klatt




Pesquisador: Patrik Roger Pinheiro - Historiador | Registro Profissional 181/SC

Como Citar
Referência

PINHEIRO, Patrik Roger. Biografia de Carlos Kumlehn. Memória CVJ, 2023. Disponível em: <https://memoria.camara.joinville.br/index.php?title=Carlos_Kumlehn>. Acesso em: 3 de abril de 2025.

Citação com autor incluído no texto

Pinheiro (2023)

Citação com autor não incluído no texto

(PINHEIRO, 2023)

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Referências

  1. Herkenhoff, Elly. Nossos Prefeitos - 1869-1903. Joinville: Prefeitura de Joinville, 1984.
  2. Listas de Imigrantes, Arquivo Histórico de Joinville.
  3. Herkenhoff, Rosa. Subsídios Históricos. Blumenau em Cadernos, edição de Outubro de 1988.
  4. Ficker, Carlos. História de Joinville - Crônicas da Colônia Dona Francisca. Joinville: Letra D'água, 2003. ISBN: 85-87648-39-X
  5. Annuncios. Gaztea de Joinville, 6 de novembro de 1877. Visitado em 17/11/2022
  6. Relatório Apresentado ao Conselho Municipal pelo Prefeito Dr. Ulysses Costa (1928), em guarda do Arquivo Historico de Joinville.