Mudanças entre as edições de "Carlos Kumlehn"

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Em Joinville, '''Carlos (Carl) Kumlehn''' foi vereador da [[1874-1877 - 2ª Legislatura Monárquica|2ª]] e [[1877-1881 - 3ª Legislatura Monárquica|3ª Legislatura Monárquica]] e da [[1890-1891 - 1ª Legislatura da Primeira República|1ª Legislatura da Primeira República]].  
Em Joinville, '''Carlos (Carl) Kumlehn''' foi vereador da [[1874-1877 - 2ª Legislatura Monárquica|2ª]], [[1877-1881 - 3ª Legislatura Monárquica|3ª]] e [[1887-1890 - 6ª Legislatura Monárquica|6ª Legislatura Monárquica]] e da [[1890-1891 - 1ª Legislatura da Primeira República|1ª Legislatura da Primeira República]].  


=Vereador=
=Vereador=
*'''2ª Legislatura monárquica (1874-1877):''' Frederico foi eleito vereador em 1873, pelo partido conservador.<ref>Herkenhoff, Elly. Nossos Prefeitos - 1869-1903. Joinville: Prefeitura de Joinville, 1984.</ref>
*'''2ª Legislatura monárquica (1874-1877):''' Nas eleições de 1873, Kumlehn foi eleito vereador com 147 votos, pelo partido conservador.<ref>Inland - Kolonie Dona Franziska. Kolonie Zeitung, de Joinville, 10 de maio de 1873.</ref> Como foi o segundo mais votado, pelas leis vigentes, Kumlehn assumiu o posto de vice-presidente da casa. Como o presidente [[Ottokar Dörffel|Dörffel]] precisou ocupar o posto de juiz Municipal em janeiro de 1876, Kumlehn assumiu a presidência da casa por esse período.<ref>Atas das Sessões Ordinárias de 17, 24 e 31 de janeiro de 1876, em guarda do Arquivo Histórico de Joinville.</ref>


*'''3ª Legislatura Monárquica (1877-1881):'''  
*'''3ª Legislatura Monárquica (1877-1881):''' Ficando na suplência, Carlos Kumlehn acabou sendo convocado devido a um processo judicial que suspendeu cinco vereadores por cerca de um mês.<ref>[http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=711608&pesq=haltenhoff&pagfis=3 Noticias Locaes - Processo de Responsabilidade]. Gazeta de Joinville, 2 de outubro de 1877.</ref> {{Artigo Principal}} ''[[Assembleia Legislativa Provincial versus Câmara de Joinville]]''  


*'''6ª Legislatura Monárquica (1887-1890):'''  
*'''6ª Legislatura Monárquica (1887-1890):''' Nas eleições de 1886, Carlos Kumlehn não ficou entre os 5 mais votados, que garantiram vaga na câmara sem disputar um segundo pleito. Nessa segunda oportunidade, Kumlehn fez 17 votos e foi eleito.<ref name="Cent">Sociedade de Amigos de Joinville. Álbum do Centenário de Joinville. 1951. Curitiba: Gráf. Mundial.</ref> Ele foi um dos vereadores presentes na sessão que votou e aderiu unanimemente ao governo provisório de Santa Catharina e à recém-proclamada república.<ref>Ata da Sessão de 18 de novembro de 1889, em guarda do Arquivo Histórico de Joinville.</ref>


*'''1ª Legislatura da Primeira República (1890-1891):'''  
*'''1ª Legislatura da Primeira República (1890-1891):''' Com o advento da república, a câmara municipal foi dissolvida e no seu lugar foi instaurado um conselho de intendência para cuidar dos assuntos municipais. Carlos Kumlehn foi um dos intendentenes nomeados pelo Interventor Lauro Müller.<ref name="REP">[http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=711497x&Pesq=%22eug%c3%aanio%20schmidt%22&pagfis=141 Parte Official - Governo do Estado de Santa Catharina]. República, de Florianópolis, 8 de janeiro de 1890. Visitado em 21/10/2022</ref>
 
===[[Eleições Perdidas]]===
*1880 - 7 votos
*1882 - 9 votos na segunda eleição. Houve uma primeira eleição, e os que não atingiram o quociente necessário disputaram esse segundo pleito. O menos votado entre os eleitos foi [[Hermann August Lepper]], com 13 votos no segundo pleito.<ref>[http://memoria.bn.br/DocReader/711608/1010 Gazeta de Joinville], 26 de julho de 1882. Visitado em 28/08/2023</ref>


=Informações Biográficas=
=Informações Biográficas=
===Vida na Europa e Imigração===
===Vida na Europa e Imigração===
Frederico Schlemm nasceu em Hamelin, em 14 de agosto de 1829.<ref>[https://www.familysearch.org/ark:/61903/1:1:QPFS-816N Alemanha - Batismos Luteranos, Casamentos e Sepultamentos, 1500-1971.] FamilySearch. Visitado em 17/11/2022</ref> Hamelin é a cidade do [https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Flautista_de_Hamelin conto do flautista] que livra a cidade dos ratos, depois hipnotiza as crinças por falta de pagamento da cidade.
Com 24 anos, Carlos imigrou para a Colônia Dona Francisca vindo a bordo Brigue dinamarquesa Gloriosa, que chegou em setembro de 1851. Na mesma embarcação vieram [[Haltenhoff]] e [[Bernardo Poschaan Jr.|Bernardo Poschaan Júnior]]. Ele veio de Dassel, Hannover, com Auguste, de 18 anos, possivelmente sua irmã.<ref>[https://www.joinville.sc.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Listas-de-imigrantes-de-Joinville-de-1851-a-1891-e-de-1897-a-1902.pdf Listas de Imigrantes], Arquivo Histórico de Joinville.</ref>
 
Frederico imigrou para a Colônia Doa Francisca vindo a bordo do navio Emma e Louise, que chegou em maio de 1852. Ele tinha 26 anos na ocasião e veio com sua esposa Sophie Doris (21 anos). Vieram de Hameln (Hamelin), Hanôver e ele veio listado como fabricante de charutos.<ref>[https://www.joinville.sc.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Listas-de-imigrantes-de-Joinville-de-1851-a-1891-e-de-1897-a-1902.pdf Listas de Imigrantes], Arquivo Histórico de Joinville.</ref>
 
===O Negociante===
Frederico foi um dos pioneiros na abertura de comércio de "secos e molhados". Ele vendia fazendas, forragens e muito mais.<ref>Herkenhoff, Rosa. Subsídios Históricos. Blumenau em Cadernos, edição de Outubro de 1988.</ref>  


===Tragédia Familiar===
===Vida em Joinville===
Carlos Ficker (1965, p.278) informa sobre um triste incidente envolvendo a família de Schlemm, em 1873. Como uma epidemia de febra amarela grassou no Rio de Janeiro, para onde foi foram os filhos dele. Atingidos pela doença, foram a óbito.<ref name="Ficker">Ficker, Carlos. História de Joinville - Crônicas da Colônia Dona Francisca. Joinville: Letra D'água, 2003. ISBN: 85-87648-39-X</ref>
Kumlehn era dono de um cortume.<ref>[http://memoria.bn.gov.br/DocReader/886173/150 Fallecimentos]. Commercio de Joinville, 6 de outubro de 1906. Visitado em 06/10/2024</ref> Ele também montou um hotel em Joinville, o hotel Kumlehn, localizado na esquina da rua do Príncipe com a 9 de Março.<ref name="AS">Adolfo Schneider. Carlos Kumlehn. Jornal de Joinville, 2 de dezembro de 1961.</ref> Quando em 1865 o Dr. Carl Henschel veio medicar em Joinville, ele se estabeleceu nesse hotel. Situação semelhante se repetiu com o Dr. Wolff, que vindo de Itajaí, primeiro se estabeleceu no Hotel Kumlehn, até montar seu consultório em local adequado.


===Morte===
Carlos foi um dos dirigentes da Vertreterschaft, a junta de proprietários colonos (Conselho Comunal) na época em que a [[1869-1874 - 1ª Legislatura Monárquica|1ª Legislatura]] atuava. Portanto, ele esteve provavelmente envolvido nas rixas entre as duas instituições.<ref name="Ficker">Ficker, Carlos. História de Joinville - Subsídios para a Crônica da Colônia Dona Francisca. Joinville: Impressora Ipiranga, 1965.</ref> Em 1878, seu nome figurou entre os que fizeram donativos para um fundo que angariava meios de dar alforria a Antonio Naro, um escravo que muito auxiliou os doentes durante uma pandemia febre amarela que grassou em São Francisco do Sul, entre 1877 e 1878.<ref>[http://memoria.bn.br/docreader/711608/172 Annuncios - Lista de Pessoas que Contribuirão para a Libertação do escravo Antonio Naro.] Gazeta de Joinville, 23 de julho de 1878. Visitado em 27/10/2022</ref>
Sem citar fontes, o site FamilySearch informa que Frederico Schlemm faleceu em Joinville, em 13 de junho de 1876. Em Novembro de 1877, sua viúva pedia por anúncio em jornal que os devedores ao extinto negócio de Frederico pagassem seus débitos, sob risco de sofrerem ação judicial.<ref>[http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=711608&pesq=%22frederico%20schlemm%22&hf=memoria.bn.br&pagfis=24 Annuncios]. Gaztea de Joinville, 6 de novembro de 1877. Visitado em 17/11/2022</ref>


===Família===
Kumlehn faleceu em 2 de outubro de 1906.<ref name="AS"></ref>
[[Arquivo:Palacete schlemm em construcao 1928.png|288px|miniaturadaimagem|O Palacete Schlemm, em construção em 1928.<ref>Relatório Apresentado ao Conselho Municipal pelo Prefeito Dr. Ulysses Costa (1928), em guarda do Arquivo Historico de Joinville.</ref>]]
A esposa de Frederico Schlemm foi tia de [[Johann Colin]] (João Colin), pai de [[Max Colin]] e avô de [[Rolf Colin]]. Seu filho Alexandre Schlemm foi um dos sócios da empresa Luz e Força, que inagurou a energia elétrica em Joinville. Sua neta Thereza, filha de Alexandre, foi esposa de [[Plácido Olímpio de Oliveira]]. Seu filho Jorge foi aquele que edificou o [https://www.ipatrimonio.org/joinville-palacete-schlemm/#!/map=38329 Palacete Schlemm], que domina o panorama da rua do Príncipe, em frente à praça Nereu Ramos. O sobrenome também ficou marcado na memória da cidade com o futebol. O Ernestão, antigo estádio do JEC, tinha o nome de Estádio Ernesto Schlemm Sobrinho.


=Homenagens=
=Homenagens=
Uma [https://goo.gl/maps/T9AsroLKVvKHp5qF9 rua no bairro Bom Retiro], homenageia um Frederico Schlemm, sem dizer se é o Frederico imigrante ou um descendente.
Uma [https://goo.gl/maps/CC2Q7y1SRUoCsMjdA rua no bairro América], leva o nome de rua Karl Kumlehn.
 
{{:Quadro 2ª Legislatura Monárquica}}


{{Autor}}
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=Referências=
=Referências=
[[Category:Vereadores do Período Monárquico]]
[[Category:Vereadores do Período Monárquico]]
[[Category:Vereadores da Primeira República]]
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[[Category:Vereadores do Partido Conservador (1837)]]
[[Category:Vereadores do Partido Conservador (1837)]]

Edição atual tal como às 16h17min de 1 de agosto de 2024

Carlos Kumlehn
Carlos kumlehn.jpg
Partido(s) Partido Conservador (1837)
Legislatura 2ª, 3ª e 6ª legislatura Monárquica e 1ª Legislatura da Primeira República
Assinatura Carlos kumlehn assina.jpg

Em Joinville, Carlos (Carl) Kumlehn foi vereador da , e 6ª Legislatura Monárquica e da 1ª Legislatura da Primeira República.

Vereador

  • 2ª Legislatura monárquica (1874-1877): Nas eleições de 1873, Kumlehn foi eleito vereador com 147 votos, pelo partido conservador.[1] Como foi o segundo mais votado, pelas leis vigentes, Kumlehn assumiu o posto de vice-presidente da casa. Como o presidente Dörffel precisou ocupar o posto de juiz Municipal em janeiro de 1876, Kumlehn assumiu a presidência da casa por esse período.[2]
  • 3ª Legislatura Monárquica (1877-1881): Ficando na suplência, Carlos Kumlehn acabou sendo convocado devido a um processo judicial que suspendeu cinco vereadores por cerca de um mês.[3]
Magnifying glass 01.svg.png Ver artigo principal: Assembleia Legislativa Provincial versus Câmara de Joinville
  • 6ª Legislatura Monárquica (1887-1890): Nas eleições de 1886, Carlos Kumlehn não ficou entre os 5 mais votados, que garantiram vaga na câmara sem disputar um segundo pleito. Nessa segunda oportunidade, Kumlehn fez 17 votos e foi eleito.[4] Ele foi um dos vereadores presentes na sessão que votou e aderiu unanimemente ao governo provisório de Santa Catharina e à recém-proclamada república.[5]
  • 1ª Legislatura da Primeira República (1890-1891): Com o advento da república, a câmara municipal foi dissolvida e no seu lugar foi instaurado um conselho de intendência para cuidar dos assuntos municipais. Carlos Kumlehn foi um dos intendentenes nomeados pelo Interventor Lauro Müller.[6]

Eleições Perdidas

  • 1880 - 7 votos
  • 1882 - 9 votos na segunda eleição. Houve uma primeira eleição, e os que não atingiram o quociente necessário disputaram esse segundo pleito. O menos votado entre os eleitos foi Hermann August Lepper, com 13 votos no segundo pleito.[7]

Informações Biográficas

Vida na Europa e Imigração

Com 24 anos, Carlos imigrou para a Colônia Dona Francisca vindo a bordo Brigue dinamarquesa Gloriosa, que chegou em setembro de 1851. Na mesma embarcação vieram Haltenhoff e Bernardo Poschaan Júnior. Ele veio de Dassel, Hannover, com Auguste, de 18 anos, possivelmente sua irmã.[8]

Vida em Joinville

Kumlehn era dono de um cortume.[9] Ele também montou um hotel em Joinville, o hotel Kumlehn, localizado na esquina da rua do Príncipe com a 9 de Março.[10] Quando em 1865 o Dr. Carl Henschel veio medicar em Joinville, ele se estabeleceu nesse hotel. Situação semelhante se repetiu com o Dr. Wolff, que vindo de Itajaí, primeiro se estabeleceu no Hotel Kumlehn, até montar seu consultório em local adequado.

Carlos foi um dos dirigentes da Vertreterschaft, a junta de proprietários colonos (Conselho Comunal) na época em que a 1ª Legislatura atuava. Portanto, ele esteve provavelmente envolvido nas rixas entre as duas instituições.[11] Em 1878, seu nome figurou entre os que fizeram donativos para um fundo que angariava meios de dar alforria a Antonio Naro, um escravo que muito auxiliou os doentes durante uma pandemia febre amarela que grassou em São Francisco do Sul, entre 1877 e 1878.[12]

Kumlehn faleceu em 2 de outubro de 1906.[10]

Homenagens

Uma rua no bairro América, leva o nome de rua Karl Kumlehn.

Vereadores da 2ª Legislatura Monárquica
Carlos KumlehnCarlos MonichCarlos PatzschFernando RognerFrederico SchlemmFrederico LangeJürgen JürgensenMathias BeigelOttokar DörffelRudolfo Klatt
Vereadores da 3ª Legislatura Monárquica
Augusto StockCarlos KumlehnCarlos MonichCarlos PatzschFernando RognerFrederico JordanFrederico HeerenFrederico LangeFrederico MuellerHenrique LepperHenrique WalterHermann August LepperMartin BächtoldOttokar Dörffel
Vereadores da 6ª Legislatura Monárquica
Alberto KröhneCarlos KumlehnEduardo KrischJoão Eugênio Moreira JúniorFernando RognerFrancisco Gomes de OliveiraFrederico BrüstleinJohann ColinLudolfo Schultz
Vereadores da 1ª Legislatura da Primeira República
Carlos KumlehnErnesto CanacFrederico BrüstleinFernando RognerHenrique JordanJoão Eugênio Moreira Jr.Victorino de Souza Bacellar




Pesquisador: Patrik Roger Pinheiro - Historiador | Registro Profissional 181/SC

Como Citar
Referência

PINHEIRO, Patrik Roger. Biografia de Carlos Kumlehn. Memória CVJ, 2024. Disponível em: <https://memoria.camara.joinville.br/index.php?title=Carlos_Kumlehn>. Acesso em: 3 de abril de 2025.

Citação com autor incluído no texto

Pinheiro (2024)

Citação com autor não incluído no texto

(PINHEIRO, 2024)

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Referências

  1. Inland - Kolonie Dona Franziska. Kolonie Zeitung, de Joinville, 10 de maio de 1873.
  2. Atas das Sessões Ordinárias de 17, 24 e 31 de janeiro de 1876, em guarda do Arquivo Histórico de Joinville.
  3. Noticias Locaes - Processo de Responsabilidade. Gazeta de Joinville, 2 de outubro de 1877.
  4. Sociedade de Amigos de Joinville. Álbum do Centenário de Joinville. 1951. Curitiba: Gráf. Mundial.
  5. Ata da Sessão de 18 de novembro de 1889, em guarda do Arquivo Histórico de Joinville.
  6. Parte Official - Governo do Estado de Santa Catharina. República, de Florianópolis, 8 de janeiro de 1890. Visitado em 21/10/2022
  7. Gazeta de Joinville, 26 de julho de 1882. Visitado em 28/08/2023
  8. Listas de Imigrantes, Arquivo Histórico de Joinville.
  9. Fallecimentos. Commercio de Joinville, 6 de outubro de 1906. Visitado em 06/10/2024
  10. Ir para: 10,0 10,1 Adolfo Schneider. Carlos Kumlehn. Jornal de Joinville, 2 de dezembro de 1961.
  11. Ficker, Carlos. História de Joinville - Subsídios para a Crônica da Colônia Dona Francisca. Joinville: Impressora Ipiranga, 1965.
  12. Annuncios - Lista de Pessoas que Contribuirão para a Libertação do escravo Antonio Naro. Gazeta de Joinville, 23 de julho de 1878. Visitado em 27/10/2022